Durante sessão na Câmara Municipal de Parnamirim, o vereador Gabriel se pronunciou sobre acusações de que parlamentares da oposição estariam praticando violência de gênero contra a prefeita Professora Nilda. Em discurso contundente, ele classificou a acusação como uma “narrativa” e reforçou que o papel da oposição é fiscalizar e cobrar a gestão, independentemente de quem esteja no comando do Executivo.
Ao longo de sua fala, Gabriel buscou separar o debate político de questões pessoais, afirmando que as críticas feitas por ele e por outros vereadores dizem respeito exclusivamente à condução administrativa do município. Segundo o parlamentar, não há qualquer motivação de gênero nas cobranças e divergências apresentadas em plenário. Ele destacou que respeita a prefeita, mas reforçou que discordar da gestão é parte essencial da democracia e não pode ser confundido com ataque pessoal ou crime.
O vereador também elevou o tom ao afirmar que não aceitará que parlamentares sejam acusados de cometer crimes sem provas. Para ele, imputar violência de gênero sem que haja elementos concretos enfraquece o próprio debate político e desvia o foco dos problemas reais da cidade. Gabriel defendeu que, caso exista qualquer situação que configure crime, que ela seja levada às autoridades competentes para investigação, garantindo o direito de defesa e a apuração correta dos fatos.
Em outro momento do discurso, o parlamentar relembrou um episódio envolvendo a própria prefeita, destacando que, quando Professora Nilda sofreu ataques e ameaças de morte, ele foi o único vereador a se manifestar publicamente nas redes sociais, cobrando da governadora do Estado providências e investigações. Gabriel ressaltou que, em abril de 2026, o caso completará um ano sem solução, o que, segundo ele, evidencia a necessidade de prioridade nas apurações. Para o vereador, esse posicionamento demonstra seu compromisso com a segurança e o respeito institucional, afastando qualquer tentativa de rotulá-lo dentro de um discurso de violência de gênero, que ele reafirma não existir no contexto atual do debate político local.



















