Segundo o parlamentar, durante discurso na sessão desta quinta-feira (11) na Câmara Municipal de Parnamirim, houve uma série de falhas e prováveis irregularidades na condução do processo seletivo da Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS). Thiago aponta que o certame foi marcado por mudanças constantes de cronograma, atrasos na divulgação dos resultados e falta de planejamento desde a publicação do edital, em março.
Entre as principais denúncias, Thiago destacou que candidatos aprovados e já contratados foram informados, após a assinatura dos contratos, de que não teriam direito ao auxílio-alimentação previsto no edital. O vereador questionou como um benefício pôde ser divulgado sem a devida análise jurídica prévia.
O parlamentar também afirmou que os contratados teriam sido pressionados a aceitar as novas condições para permanecer nos cargos, classificando a situação como um caso de assédio moral coletivo. Os servidores recém convocados também não vão receber o salário neste mês de junho, mesmo após começarem suas atividades. Além disso, criticou a ampliação de programas sociais para novos CRAS sem estrutura adequada, falta de equipes, motoristas e suporte administrativo.
Diante das denúncias, Thiago Fernandes protocolou requerimento cobrando esclarecimentos da SEMAS e defendeu a apuração da condução do processo, que classificou como “conturbada e juridicamente questionável”. As informações foram repassadas ao Ministério Público para a adoção dos procedimentos de análise cabíveis pelo judiciário.




















