Um episódio preocupante ocorreu em Canguaretama/RN, onde o vereador Aluízio Hermínio (PSD) foi impedido de exercer sua função fiscalizadora ao tentar inspecionar a Farmácia Básica do município. O parlamentar relatou que, ao buscar informações sobre o funcionamento e a disponibilidade de medicamentos, teve seu acesso negado, gerando indignação e levantando questionamentos sobre a transparência na gestão da saúde pública local.
A situação ganha ainda mais relevância porque o papel do vereador é justamente fiscalizar os serviços públicos, assegurando que a população tenha acesso digno e eficiente às políticas garantidas por lei. A Farmácia Básica é um dos principais equipamentos de apoio à saúde da comunidade, responsável por fornecer gratuitamente medicamentos essenciais aos cidadãos. O impedimento da fiscalização levanta suspeitas sobre a regularidade da gestão e reforça a necessidade de maior clareza nos processos.
Aluízio Hermínio destacou que continuará firme no exercício de seu mandato e que não aceitará restrições ao trabalho de fiscalização. Para ele, negar o acesso às informações é uma afronta não apenas ao cargo de vereador, mas sobretudo à população de Canguaretama, que merece transparência, respeito e compromisso com a saúde pública. O caso deve repercutir no cenário político local e reacende o debate sobre o dever das instituições em garantir o controle social e a lisura na administração pública.
Politicando Parnamirim
















