A disputa simbólica entre o Cajueiro de Pirangi e o chamado Cajueiro Rei em Piauí voltou ao centro das atenções após repercussão nas redes sociais sobre qual seria o maior cajueiro do mundo. A discussão ganhou força após a afirmação de que o exemplar piauiense poderia ter cerca de 8.800 m², reacendendo uma rivalidade já conhecida entre os estados.
Apesar das comparações, especialistas reforçam que o Cajueiro de Pirangi segue como o único com reconhecimento oficial do Guinness World Records desde 1994. O título é baseado em medições técnicas consolidadas ao longo dos anos, garantindo ao exemplar potiguar o status internacional de maior cajueiro do planeta.
Em 2025, o cajueiro teve sua importância ainda mais reforçada ao ser reconhecido como patrimônio natural, paisagístico, ambiental, histórico e turístico material de Parnamirim. O Governo do Estado do RN, assinou um decreto, criando o Monumento Natural Cajueiro de Pirangi e assegurando proteção integral à área de mais de 8.400 m², com um perímetro que chega a cerca de 500 metros.
Localizado em Parnamirim, o cajueiro é um dos maiores atrativos turísticos do estado. Plantado em 1888 pelo pescador Luís Inácio de Oliveira, a árvore cresceu de forma impressionante, ganhando destaque nacional ainda em 1955 pela revista O Cruzeiro, que o apelidou de “O Polvo”. Hoje, além de recordista, é símbolo de identidade, tradição e desenvolvimento turístico do Rio Grande do Norte.
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